Baleia Rossi solicita estudo sobre inibidores de apetite



O deputado Baleia Rossi (PMDB-SP) enviou ofício ao ministro da Saúde, Ricardo Barros, solicitando um estudo que comprove a eficácia das substâncias inibidoras de apetite e se há efeitos colaterais no seu uso prolongado. São elas: anfepramona, femproporex e mazindol.  

 

O alerta é da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), que é a favor da comercialização, consumo, manipulação e importação dos inibidores de apetite pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“A obesidade é um caso de saúde pública, segundo a própria Organização Mundial da Saúde. Esses medicamentos, prescritos de forma correta, podem ajudar uma boa parcela dos obesos voltarem a ter uma boa qualidade de vida. Meu apoio ao estudo é para dirimir qualquer dúvida a respeito das substâncias e, consequentemente, o uso correto delas”, disse Baleia.   

 

De acordo com os dados do próprio Ministério da Saúde, a obesidade atinge um em cada cinco brasileiros. Em 2006, a população obesa no país era 11,8%, e em 2016 passou para 18,9%.

 

Uma pesquisa que comprove a eficácia dessas substâncias trará benefícios para toda a população obesa do Brasil, principalmente para as pessoas de baixa renda. Segundo a Abeso, os medicamentos já aprovados pela Anvisa não atendem a todos os tipos de pacientes, além de ter custos elevados.

 

Entenda o caso

A Anvisa suspendeu a comercialização dos inibidores de apetite em outubro de 2011, com a justificativa de que não havia comprovação da eficácia das substâncias e que o uso prolongado poderia trazer problemas de saúde.

 

A venda voltou a ser liberada em 2014, com a restrição de que as prescrições médicas fossem a do tipo B2 (substâncias psicotrópicas anorexígenas), a de cor azul. Ainda no mesmo ano a Anvisa voltou a barrar a comercialização exigindo estudos.

 

Em 2017, uma lei foi sancionada permitindo a produção, comercialização e consumo. No entanto, a Anvisa barrou a manipulação e importação de tais substâncias sob a alegação da falta de estudos que comprovem sua eficácia. Essa ação foi o motivo do pedido do estudo feito pelo deputado Baleia Rossi.

 

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